Resenha – O Diário de Anne Frank

Descrição:

Anne Frank é uma menina judia que, durante a Segunda Guerra Mundial, teve que se esconder para se escapar dos nazistas. Juntamente com mais sete outras pessoas, ela esconde-se no Anexo Secreto, localizado em Amsterdã. Depois de pouco mais de 2 anos escondidos, eles são descobertos e enviados para campos de concentração.
Anne Frank nasceu a 12 de junho de 1929, na cidade alemã de Frankfurt am Main, lugar onde a família do seu pai já vivia por várias gerações. A irmã de Anne, Margot, é três anos e meio mais velha que ela. A crise econômica, a ascensão de Hitler ao poder e o crescimento do antissemitismo põem fim à vida tranquila da família. Otto Frank e a sua mulher Edith decidem, como vários outros judeus, deixar a Alemanha.
A 10 de maio de 1940, as tropas alemãs invadem a Holanda. Cinco dias depois a Holanda rende-se. Com o país ocupado, rapidamente são aplicadas leis contra os judeus. Tais leis impõem, cada vez mais, restrições que afetam tanto a vida pessoal de Otto e sua família, como o seu negócio. Otto tenta emigrar com sua família para osEUA mas não consegue. Fica cada vez mais claro que a família terá que se esconder. É preparado então o  esconderijo, no prédio onde fica a empresa de Otto.

Resenha:

O diário de Anne Frank, é muito diferente de todos os livros que já li, e acho que também seria o único “Diário” que eu teria interesse. Já nas primeiras páginas deste livro, pude ver e sentir um pouco do que é viver completamente preso e sem fazer barulho por alguns anos. No início parece ser fácil e um tanto divertido, por ser uma novidade, mas depois com brigas, atrito entre as famílias que estavam morando no “Anexo Secreto”, a falta de dinheiro ou até mesmo o desejo simples que se torna proibido de tomar sol é insuportável. É um livro repleto de emoções, muito significativo. O diário foi lançado em 1947 e já teve 51 edições, sendo esta a edição definitiva por Otto H. Frank (O pai de Anne). Anne demonstra seus medos, anseios, alegrias, resumindo suas mais fortes emoções. Ao decorrer de cada página virada, podemos conhecer mais sobre cada uma das oito pessoas que viveram no anexo. Neste livro podemos nos sentir completamente familiarizados com Anne, como se fossemos amigos… Não existem muitas palavras para descreve-lo, apesar de não haver muitas novidades significativas (Não teria como mesmo já que está todo mundo escondido), existem vários acontecimentos que nos deixam com o coração na mão. É um livro fenomenal e que ainda é possível saber um pouco mais sobre a guerra. Super recomendável.

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