Resenha – A Outra Face – Sidney Sheldon

Descrição do livro
Aclamado pelo New York Times como o romance do ano e vencedor do Edgar Allan Poe — um dos mais importantes prêmios para escritores de mistério —, a estreia de Sidney Sheldon na literatura com A outra face mostrou o que vários best sellers, críticos e milhares de leitores confirmariam anos adiante: Sheldon possui uma habilidade única para desnudar o que passa pelo coração dos homens e mulheres. O escopo emocional dos personagens, suas ambições, seus desejos mais secretos, transparece aqui com incrível clareza e complexidade. Duas pessoas próximas ao prestigiado psicanalista Judd Stevens foram mortas. Subitamente, ele se vê envolvido em uma ardilosa série de assassinatos. Seria o criminoso um de seus pacientes? Talvez um neurótico movido por uma louca compulsão? Entre os suspeitos estão uma atriz decadente e ninfomaníaca, um pai de família com tendências homossexuais, um empresário problemático, uma jovem misteriosa e, por que não, até mesmo o próprio Dr. Stevens… Se não conseguir penetrar na mente deste perigoso assassino, o psicanalista pode ser preso. Ou, algo ainda mais aterrador, ele pode serais um inesquecível thriller de Sidney Sheldon.
Um Pouco sobre Sidney Sheldon 
A estreia de Sidney como escritor de romances ocorreu em 1970, quando publicou seu livro A Outra Face. Ele decidiu lançar o suspense como livro por que achou que era muito “psicologicamente variado” para cinema, TV ou palco; a história de um psicólogo que é acusado de assassinato foi vendida para a editora Morrow por mil dólares. A Outra Face foi nomeado “Melhor Livro de Estreia” nos Edgar Allan Poe Award de 1971. Seu segundo livro foi O Outro La a próxima vítima. Antes que o assassino volte a atacar, Dr. Stevens precisa revelar sua identidade e expor suas emoções, medos e desejos. Uma história envolvente de enigma e suspense, A outra face é mdo da Meia-Noite, lançado três anos depois do primeiro; ele alcançou o primeiro lugar na lista de mais vendidos do The New York Times e permaneceu nela por 53 semanas.[11] A partir de então ele passou a dedicar-se aos livros, lançando diversos outros bem sucedidos, como A Ira dos Anjos e Se Houver Amanhã.

Apesar de ter sido bem sucedido em suas vendas, o autor nunca foi aprovado pela crítica, que publicava resenhas geralmente depreciativas. Várias de suas obras foram adaptadas para séries ou filmes, muitas vezes tendo o autor como produtor.
Estilo de Escrita:
Sheldon geralmente colocava mulheres como personagens principais de seus livros. Ele afirmou, em uma entrevista para a Associated Press em 1982, que gostava “de escrever sobre mulheres que são talentosas e capazes, mas o mais importante, mantêm sua feminilidade. As mulheres têm um poder tremendo – a sua feminilidade, porque os homens não podem fazer sem isso”.[14] Muitos de seus personagens masculinos eram “malévolos” e “impiedosos”.[4] [10] Os romances eram escritos com elevado grau de suspense e sensualidade,[10] e costumavam contar com elementos como famafortuna, intrigas, assassinatos, desaparecimentos evinganças.[5] Ele comentou que tentava escrever seus livros “de uma maneira que os leitores não pudessem largá-lo. Construí-los de um jeito que o leitor termina um capítulo e tem que ler mais um”.[14] Sidney acreditava que não podia “enganar o leitor”, por isso, sempre que descrevia algum lugar visitado por seus personagens, havia estado nele.[10]
O autor tinha o costume de contar a história oralmente para que sua secretária a digitasse ou usar um gravador, completando em média 50 páginas por dia. No dia seguinte, ele fazia a revisão do que havia feito no dia anterior e repetia o processo até que o livro estivesse finalizado. Então ele fazia diversas revisões da obra, podendo passar até um ano até liberar para ser publicado.[10]


Gente, confesso que li esse livro já a um tempinho, mas agora vamos falar um pouco sobre ele. Primeiramente este livro é um suspense extremamente forte, meio que “crime policial” ou algo do tipo. Fala sobre um doutor que trabalha com psicanálise, e alguns assassinatos começam a acontecer, ele investiga algumas sessões de seus pacientes com certos problemas específicos suspeitando-os. 
Sheldon consegue criar algo que prende o leitor cada vez mais, a interação com seus personagens é magnifica e sinceramente, o final surpreende completamente. Apesar da vontade, não vou falar muito para não acabar dando Spoiler… 
O livro é bem curto, (com apenas 235 páginas), mas não deixa nada a perder. Não tem muito o que se falar depois desta descrição maravilhosa, mas é super recomendável para todos que gostam de um bom suspense na história. (e pra quem não conhece também rsrs). 



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