Crítica | Filhos do Éden – Anjos da Morte

Desde eras longínquas, os malakins, anjos virtuosos e sábios, observam e estudam o progresso do homem. Mas eis que chega o século XX, e com ele a acelerada degradação do planeta. Os novos meios de transporte, os barcos a vapor e as estradas de ferro levaram a civilização aos cantos mais distantes do globo, afastando os mortais da natureza divina, alargando as fronteiras entre o nosso mundo e as sete camadas do céu.
Isolados no paraíso, os malakins solicitaram então a ajuda dos “exilados”, anjos pacíficos que há anos atuavam na terra. Sua tarefa, a partir de agora, seria participar das guerras humanas, de todas as guerras, para anotar as façanhas militares, o comportamento das tropas, e depois relatá-las aos seus superiores celestes. Disfarçado de soldados comuns, esse grupo esteve presente desde as trincheiras do Somme às praias da Normandia, das selvas da Indochina ao declínio da União Soviética. Embora muitos não desejassem matar, foi isso o que lhes foi ordenado, e o que infelizmente acabaram fazendo.
Carregado de batalhas épicas, magia negra e personagens fantásticos, ‘Filhos do Éden: Anjos da Morte’ é também um inquietante relato sobre o nosso tempo, uma crítica à corrupção dos governos, aos massacres e extremismos, um alerta para o que nos tornamos e para o que ainda podemos nos tornar.


Quero já começar falando que sou extremamente fã do escritor brasileiro Eduardo Spohr. Terminei a pouco tempo de ler o segundo livro da ‘trilogia’ Filhos do Éden, e já estou dando início ao seu terceiro, Paraíso perdido.

Desde o início não achei o livro tão bom quanto o primeiro, mas ainda assim é surpreendente, uma verdadeira história… De amor talvez? … Uma narração impecável, que as vezes nos faz confundir a ficção com a realidade.

Este é um livro que é quase todo falando sobre guerras, que pelo menos eu acho um assunto extremamente interessante. Assim como este livro, ou o Diário de Anne Frank, ou inúmeros outros livros, com histórias REAIS que relatam um pouquinho de algumas guerras e também a segunda guerra mundial.

Não foi um livro extremamente emocionante, mas sim, muitas partes nos faz soltar umas lágrimas. É um livro fantástico e garanto que a maioria das pessoas que gostam de uma boa ficção, irão gostar muito do livro.

SUPER recomento a trilogia Filhos do Éden.


Leia também as resenhas de: A Batalha do Apocalipse & Filhos do Éden, Herdeiros de Atlântida

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